 "Vocês riem de mim por eu ser diferente, e eu rio de vocês por serem todos iguais” – Bob Marley |
“Diferenças - Bruna Trenelly
As vezes tentamos mudar
A forma de ser de uma pessoa
Achando assim , que estamos lhe fazendo o bem
Mas, esquecemos que se nos aproximamos desta pessoa
Foi porque algo de diferente nela nos chamou atenção
Devemos aprender a conviver e respeitar as diferenças
Sabendo que nem sempre encontraremos pessoas
Parecidas como a gente
É nesse momento que devemos respeitar
O modo de agir de pensar de alguém
Sabemos que nunca acharemos ninguém no mundo inteiro igual a nós
Às vezes parecidos, mas nunca iguais...”
Existe todo tipo de pessoa. Tem gente que é magra, tem gente que é gorda, tem gente que é branca, negra e tem as suas variações, os morenos, mulatos, brancos amarelados, brancos rosados, brancos queimados. Tem gente que é um misto disso tudo. Têm os feios, os normais, os bonitos, os bem bonitões mesmo (óóhh).
Além dos aspectos físicos, as pessoas se diferem em seus gestos e maneiras, em seu modo de pensar, de viver, de conviver. Tem gente brincalhona, tem gente séria, tem gente que fala pelos cotovelos, tem gente que não se expressa. Mais do que isso, há aqueles que falam muito e se expressam pouco, ou os que falam pouco, mas conseguem expressar sentimentos, impressões.
As pessoas são diferentes. E únicas. Somos todos um misto de características. Isso me lembra aqueles joguinhos de papel, em que fazíamos combinações de cabelos, olhos, bocas, corpos, roupas e no final, tínhamos uma boneca de papel exclusiva, com a cara que quiséssemos.
Somos também complexos. É preciso um pouco de reflexão pra entender por que uns não são iguais os outros. Mas são poucos que se dão ao trabalho de procurar essas respostas. Julgar basta. Aquele fala pouco, é bobo, aquele fala muito, é idiota, aquele é feio, então é burro, aquele é lindo, então é inteligente.
Rótulos bastam. Aquele que se destaca, se acha. Aquele que se esforça, é caxias. Aquele que ajuda é puxa-saco, aquele que tem amigos é fechado.
Conviver com diferenças vai muito além de identificá-las. Conviver com o pior e o melhor, com o feio e o bonito, com o que nos agrada ou não vai muito além. É preciso amadurecimento, somente assim, entenderemos que basta ACEITAR.
A aceitação é a chave dos bons relacionamentos. Dos bons mesmo, aqueles que contamos nos dedos de uma mão. Aceitar quando o outro não está bem ou quando está feliz, quando o outro não quer conversar ou quando apenas precisa falar e falar e falar, quando o outro sabe e você não, quando você sabe, e pode ensinar, quando o outro quer e você não e vice-versa, e tantas outras situações. Só assim é possível viver bem! |